terça-feira, 16 de julho de 2019

REPOST 10 Seminário Integrador IX



Aprendizagens em construção

pead 2014/2019



Postagem : Escrita do Blog / Exercício de reflexão

segunda-feira, 1 de maio de 2017



Na postagem referida acima cito a autora Kemmis, 1999, p. 96-97, para a autora a reflexão:
- Não é um processo puramente individual, mas um processor social;
- está a serviço dos interesses humanos, sendo um processo político;
- dá forma à ideologia, essa por sua vez, dá forma à reflexão;
- é uma prática que expressa o poder do homem para reconstruir a vida social por meio da comunicação ( diálogo), na tomada de decisões.
Esta citação enfatiza uma aprendizagem construída no PEAD:
Os conhecimentos construídos no PEAD, as reflexões com a escrita da trajetória, impactaram minha prática pedagógica, mudaram  concepções e criaram uma postura ética e ideológica com o respeito às singularidades de cada aluno, o respeito à diversidade da turma, a busca por metodologias que possibilitem a construção de conhecimento tendo o aluno como sujeito de suas aprendizagens, a valorização de seus conhecimentos prévios e a busca do meu papel como mediadora na construção das aprendizagens..

Referências:
ALARCÃO. Isabel. Escola reflexiva e nova racionalidade. Porto alegre: ARTMED, 2001.

REPOST 09 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

pead 2014/2019



Postagem: Preconceito Racial nas Escolas - Busca de ações Afirmativas

segunda-feira, 30 de outubro de 2017


https://portfoliofatimapachecopead2014.blogspot.com/2017/10/pead-eixo-vi-preconceito-racial-nas.html


Na postagem acima cito uma enquete que realizei   com as certezas e dúvidas elaboradas para investigação relativa ao Preconceito Racial nas escolas[1]. O que fundamentou esta investigação foi o relato de um aluno negro, que enfrentou uma situação de preconceito racial protagonizada pela diretora da escola. Este menino foi transferido para a escola em que atuava com professora alfabetizadora. A agressão estava presente em sua memória evocando sentimentos de tristeza e revolta.

Na análise de resultados os participantes concordaram  que existe preconceito racial na escola, um dado importante, pois as ações afirmativas iniciam com a percepção de que a discriminação e o preconceito racial permeia as ações no interior destas instituições.

As pesquisas sobre Racismo e Bullying nas escolas , devem ser fundamentos para ações afirmativas. Embora as semanas de Africanidades sejam relevantes, esta é uma discussão que deve estar  presente no cotidiano da escola. O racismo institucional , para ser superado, necessita ações constantes e não somente pontuais.

REPOST 08 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

pead 2014/2019



Postagem: Mapas conceituais- Intencionalidade pedagógica

segunda-feira, 9 de abril de 2018


Na postagem referida acima, publiquei o conceito de Mapa conceitual conforme segue:

 

O mapa conceitual é uma estrutura esquemática para representar um conjunto de conceitos imersos numa rede de proposições. Ele é considerado como um estruturador do conhecimento, na medida em que permite mostrar como o conhecimento sobre determinado assunto está organizado na estrutura cognitiva de seu autor, que assim pode visualizar e analisar a sua profundidade e a extensão. Ele pode ser entendido como uma representação visual utilizada para partilhar significados, pois explicita como o autor entende as relações entre os conceitos enunciados. O mapa conceitual se apóia fortemente na teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel, que menciona que o ser humano organiza o seu conhecimento através de uma hierarquização dos conceitos. © Ciências & Cognição 2007; Vol. 12:

Diante deste conceito podemos concluir que a elaboração de mapa pode ser utilizada para levantamento dos conhecimentos prévios sobre determinado assunto , pois através dele visualizamos a organização na estrutura cognitiva de nosso aluno.O autor do artigo  cita Novak e Gowin ( 1999:56)para exemplificar esta e outras  aplicações em Educação dos Mapas Conceituais:


A elaboração de Mapas Conceituais é rotina em sala de aula. Considero um recurso para levantamento de conhecimentos prévios, como também como instrumento para avaliar os conhecimentos que os alunos construíram após um Projeto. 
Este recurso aproxima a escolarização do cotidiano das crianças, pois ao escutar os alunos, o que já conhecem sobre o tema em estudo,  seus saberes são valorizados tornando as aulas mais significativas . As crianças evidenciam um maior interesse em aulas em que valorizamos suas vivências e saberes prévios.










REPOST 07 Seminário Integrador IX



Aprendizagens em construção

pead 2014/2019



Postagem: Avaliação / Superação de métodos diretivos excludentes

segunda-feira, 30 de abril de 2018











Na postagem citada acima analiso a  charge. Nesta  vemos a ilustração representando a função da avaliação como classificatória, com o objetivo dicotômico de  aprovar ou reprovar. Sendo que o único aluno aprovado é o que está espelhando a professora, ou seja, seu ideal de aluno, o modelo esperado. Nesta charge vemos a realidade que ocorre no cotidiano das escolas com relação a função da avaliação. Esta é concebida como instrumento de classificação, acrescido de força pela coação e medo provocados pela possibilidade de reprovação escolar. Para Souza, 1993,
         A avaliação do rendimento escolar tem se traduzido, nas escolas, em uma prática autoritária que legitima um processo de seletividade e discriminação de alunos com consequências sociais e pessoais danosas, em nada coerente com a função de apoiar o aperfeiçoamento do ensino. Na prática, negamos as diferenças individuais dos alunos e as decorrentes das classes sociais provenientes.
Esta análise do sistema de avaliação, impactou profundamente minha ação pedagógica. Como professora alfabetizadora, a avaliação é um instrumento que serve como diagnóstico, com o objetivo de propostas de alternativas as crianças que não desenvolveram as habilidades previstas para a etapa de ensino. Sendo que na Alfabetização, o levantamento das hipóteses do Sistema de Escrita Alfabética em que a criança encontra-se é o balizador para a proposta de ações alternativas para que se consolide o avanço.








REPOST 06 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

pead 2014/2019



segunda-feira, 28 de maio de 2018


Na postagem citada acima cito o artigo “Inovações pedagógicas e a reconfiguração de saberes no ensinar e no aprender na universidade”. Neste , Isabel Cunha relata  pesquisa realizada com professores universitários , através de estudo de casos. Na análise das rupturas que vem ocorrendo no ensinar e aprender,  utiliza  como referencial o seguinte conceito de inovação pedagógica:
                   Entendemos que a inovação requer uma ruptura necessária que permita reconfigurar o conhecimento para além das regularidades propostas pela  modernidade. Ela pressupõe , pois, uma ruptura pragmática e não apenas inclusão de novidades inclusive as tecnológicas... Nesse sentido envolve uma mudança na forma de entender o conhecimento.  CUNHA. 2004. P. 12

Quando analiso o conceito de Inovações Pedagógicas em sala de aula, fica evidente que ela somente ocorre quando há uma ruptura com uma metodologia Diretiva de Ensino. Ou seja, falar de Inovação implica em pensar em reconfiguração no papel do professor em sala de aula , que passa a ser um mediador na construção de aprendizagem dos alunos. Assim como, reconfigurar o papel dos alunos, que passam a ser sujeitos, construindo conhecimento por sua ação.  Esta análise, construída no PEAD, transformou minha ação docente, pois como mediadora de aprendizagens, passei a valorizar os conteúdos significativos aos alunos, iniciando as aulas pelo levantamento de seus conhecimentos prévios, tornando as aprendizagens significativas, aproximando a escolarização do cotidiano das crianças.


REPOST 05 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

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Postagem: Alfabetização de adultos - o que aprendemos com o trabalho de campo   Sexta-feira, 22 de junho de 2018

A Interdisciplina Alfabetização de Jovens e Adultos propôs uma atividade que possibilitou entrevistar alguns alunos desta etapa de Ensino. Na análise das entrevistas constatamos algumas evidências como as que seguem.
A marca da evasão do ensino regular fica marcada pela reprovação, ‘tive que repetir’. As práticas pedagógicas diretivas, tradicionais, baseadas em memorização de conteúdos , são baseadas em categorias que classificam os alunos que são capazes ou reprova os incapazes . Este modelo não possibilita alternativas para que a produção de conhecimento ocorra, somente rotula, exclui  e expulsa.
A educação fundamentada em práticas pedagógicas diretivas, com modelos de avaliação classificatória, marcaram a escolarização de Jessica e de Claudia ( nome Fictício).
Esta análise ocasionou uma auto reflexão sobre minhas práticas pedagógicas. A partir deste exercício de reflexão, sobre o fracasso escolar dos sujeitos de pesquisa, ficou marcada em minha prática de alfabetizadora, a busca pela superação das dificuldades das crianças, tendo uma atenção com a valorização de suas potencialidades, para não marcar sua escolaridade pela via do fracasso, mas sim da superação.














sábado, 13 de julho de 2019

REPOST 04 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

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Postagem: Educação Inclusiva /Questionamentos reconstrutivos

Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação!

Faz parte igualmente do pensar certo, a rejeição mais decidida a qualquer forma de discriminação. A prática preconceituosa de raça, de classe, de gênero ofende a substantividade do ser humano e nega radicalmente a democracia. FREIRE,1996. P.40
Na postagem referida acima, faço alguns questionamentos sobre a prática pedagógica, analisando como as ações podem promover a inclusão, ou cristalizar a exclusão. Nesta análise, percebo que a Inclusão é um processo que requer reconstruções e reconfigurações da concepção do ser professor.














REPOST 03 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

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Postagem: Pesquisa como metodologia de Ensino
Na postagem referida acima, transcrevi a mediação do Projeto de Aprendizagem: Bullying – O que é?  Como evitar?
Nesta postagem, publiquei o comentário da aluna Laura. O que aprendi com a pesquisa? Resposta da aluna Laura, 09 anos
Aprendi que Bullying chateia, machuca, são agressões físicas e com palavras.
Entendi que os que fazem o Bullying se acham populares , poderosos , mas são líderes negativos.
E as pessoas que sofrem Bullying ficam chateadas, magoadas, tristes, humilhadas e machucadas.
Nós podemos ajudar as pessoas que sofrem com o Bullying , não concordando e chamar a pessoa mais próxima para ajudar a combater as agressões e devemos aumentar a autoestima desta pessoa.
Somos diferentes uns dos outros. Temos que nos aceitar e respeitar as diferenças.

As afirmações da aluna, após a implementação do Projeto, evidenciaram a possibilidade dos PAs, como metodologia eficaz para produção de conhecimentos pelas crianças. As etapas do referido Projeto, foram marcadas pela cooperação, colaboração e busca autônoma de respostas às questões de investigação. Na interação entre pares, as crianças evidenciam que constroem suas aprendizagens.
Este é um grande aprendizado que modfificou minha prática, pois inseri nas ações Projetos e com eles , a valorização da autonomia e da cooperação em sala de aula.














REPOST 02 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

pead 2014/2019




Na postagem referida acima, transcrevi entrevista de  Bauman, em que pontua o contexto da Era digital.:
O contexto da tecnologia da informação é como uma biblioteca de fragmentos, de pedacinhos, sem algo que os reúna e os transforme em sabedoria em conhecimento. E isto destrói certas capacidades psicológicas, como atenção, concentração, consistências e o chamado pensamento linear, quando estuda um assunto de forma consistente , o esgota, vai até o fim.
É uma situação completamente nova, que põe os educadores numa situação muito difícil. Eles precisam repensar muitas coisas.


Analisando as aprendizagens construídas no PEAD, percebo que fica evidenciado em minha prática pedagógica, a inserção das Tecnologias de Informação e comunicação como recursos para construção de aprendizagens.
Iniciei em 2015,  a mediação de pesquisas com as crianças. Alguns projetos realizados foram: Alimentação Saúdavel, Emoções e Bullying- o que é e como evitar.Com a inserção das TICs – Tecnologias da Comunicação e Informação- nas aulas, as pesquisas foram sendo ampliadas com a utilização destes recursos.
A era digital, exige uma nova capacidade leitora , que capacite as crianças para ler e produzir textos em ambientes digitais. Assim implemntar PAs possibilita o desenvolvimento da competência leitora, também em ambientes digitais.










REPOST 01 Seminário Integrador IX


Aprendizagens em construção

pead 2014/2019




O Seminário Integrador IX trouxe o desafio de refletir com base nas postagens realizadas  nos   Eixos V à VIII do PEAD.
O exercício de reflexão, ou a prática reflexiva como educadoras,  foi a ênfase deste Curso de Pedagogia. Assim, aproximando-se da Conclusão do Curso, temos mais uma oportunidade de analisar e pontuar algumas reconfigurações no fazer pedagógico.
 Como realizado no Seminário Integrador VIII, revisito as postagens para refletir sobre as aprendizagens construídas no PEAD, analisando como estas impactaram minha ação como docente. Sendo também esta uma das aprendizagens do PEAD, o exercício de repensar a ação pedagógica, a busca de novas possibilidades de atuação que possibilitem a construção de uma escola pública democrática com princípios e práticas de cidadania.
A este exercício que se referem as próximas postagens:  REPOST SI IX 02 à REPOST SI IX 09